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Atletas experientes e nova geração de velocistas da B3 Atletismo participam do Mundial nas Bahamas


Nove integrantes do clube disputam a primeira competição internacional do ciclo olímpico de Tóquio/2020; objetivo principal é a vaga dos revezamentos no Mundial de Londres, em agosto


Agência Luz/B3 Atletismo

São Caetano do Sul - Atletas experientes e uma nova geração de velocistas, integrantes da B3 Atletismo, entram em ação no fim de semana (22 e 23/4/2017) para a disputa do Mundial de Revezamentos, primeira competição da seleção brasileira no ciclo olímpico de Tóquio/2020. A B3 Atletismo terá nove atletas correndo no Caribe em busca da classificação dos revezamentos 4x100 m e 4x400 m para o Mundial de Londres, principal compromisso da temporada, em agosto.

Confira a programação do Mundial de Revezamento no site da IAAF

Três atletas vão às Bahamas como veteranos na competição: Vítor Hugo dos Santos, Hugo Balduíno e Jailma Sales de Lima integraram a seleção brasileira nas três edições do Mundial, que desde sua criação, em 2015, foi disputado no Thomas Robinson Stadium, em Nassau. 

Vítor Hugo, de apenas 21 anos e finalista olímpico no 4x100 m em 2016, mescla juventude e experiência. "Ser um dos mais experientes é bom. Estou passando o que já vivi, um pouco da minha vivência no primeiro ano de revezamento. E também estou aprendendo, porque é assim na vida. O grupo está bastante unido, estamos conversando muito sobre a técnica, e por isso temos uma expectativa muito boa para o 4x100 m", disse o jovem velocista. 

Vítor lidera o ranking nacional dos 100 m, com 10s18, sua melhor marca de início de temporada e muito próxima de seu recorde pessoal (10s11). "Na base, eu e meu treinador, Victor Fernandes, conversamos sobre como seria o ano, e definimos que a primeira competição pensando em Londres seria aqui, nas Bahamas. E o planejamento está dando certo."

Hugo Balduíno, finalista olímpico do 4x400 m, celebra o início do ciclo de Tóquio com mais uma participação no revezamento. "É uma felicidade poder estar em três edições desse Mundial e poder levar minha experiência para mais um revezamento. É a única parte coletiva do atletismo, então tento colaborar dando conselhos para os mais novos. E um dá apoio e segurança ao outro, é sempre uma chance de aprendizado". 

Alexander Russo, que também disputou o 4x400 m na Rio/2016, faz parte do grupo de novatos em Bahamas. "Acabei ficando fora dos outros dois por apenas uma posição no ranking. Estou alcançando um sonho, uma realização pessoal." Alexander é o terceiro do ranking dos 400 m, com 46s08, sua melhor marca pessoal. Além dele, Jéssica Roberti da Silva, outra estreante, já melhorou sua marca pessoal na temporada.

Caçula começa o ano muito bem

Ainda no grupo de estreantes, duas integrantes da B3 Atletismo receberam com surpresa a convocação para o Mundial. Vitória Rosa, caçula do atletismo brasileiro na Olimpíada do Rio, não esperava correr bem logo no começo do ano, por causa de uma grande mudança em sua carreira: deixou a cidade olímpica rumo a São Caetano do Sul. E, na primeira competição do ano, correu os 100 m em 11s58, muito perto do recorde pessoal (11s52, de 2015). 

"Só tenho a agradecer ao meu técnico, Katsuhico Nakaya, ao clube e aos meus colegas, que estão me ajudando. É muita coisa nova para mim. Fiquei surpresa com meu resultado (é a segunda do ranking nacional) porque não esperava que fosse conseguir."

Mas surpresa maior foi a de Tânia Ferreira da Silva. Com espírito voluntarioso, é figura carimbada nos revezamentos 4x100 m da B3 Atletismo no Troféu Brasil. Mas a atleta do salto em distância e do salto triplo teve bom desempenho nos 100 m neste início de ano e garantiu uma vaga na seleção. "Além de ajudar o revezamento da B3, corri revezamentos na seleção, mas nas categorias menor e juvenil. Sou pau para toda obra, e não tenho medo de correr! Claro, não tenho experiência em sair do bloco, mas, em pé, posso fazer a diferença".

O que disseram os atletas da B3 Atletismo sobre a expectativa do Mundial de Revezamentos:

Vítor Hugo dos Santos:
"Estou muito feliz com a convocação para o Mundial de Revezamentos pelo terceiro ano seguido. Representar o país é a melhor coisa que existe. Também estou feliz por ter começado a temporada bem, liderando o ranking, porque é sempre bom estar evoluindo. Estou na expectativa de que o Brasil possa fazer uma boa marca nos 4x100 m, buscar o recorde sul-americano (37s90, de 2000), que já está aí há bastante tempo."

Antônio César Rodrigues:
"Eu fui para o Mundial de Revezamentos em 2015 como reserva. Nesse ano, fiquei sabendo da convocação pelos amigos e fiquei muito feliz, porque fazer resultado já no início da temporada é muito difícil. Mas, junto com o meu treinador, Katsuhico Nakaya, vinha trabalhando duro. Tanto que fiz o meu melhor começo de temporada até hoje. Acho que temos condições de fazer um bom resultado no Mundial. Estamos focados em dar o nosso melhor, e aí o resultado vem como consequência."

Vitória Rosa:
"Estou muito feliz de poder participar do meu primeiro Mundial de Revezamentos e da minha primeira grande competição como integrante da B3 Atletismo. Eu não esperava bons resultados esse ano, por ser uma temporada de transição, de adaptação a essa nova etapa da minha vida. Só tenho a agradecer."

Tânia Ferreira da Silva:
"Eu, que sou saltadora de distância e triplo, corro sempre o 4x100 m pela B3 nos últimos anos e, agora, estou na seleção brasileira! É inacreditável, ainda não caiu a ficha. Estou bem preparada, bem treinada, fiz treinos muito bons de velocidade nas últimas semanas. Espero correr e fazer a diferença para ajudar o Brasil."

Hugo Balduíno:
"O Brasil tem conseguido competir em bom nível desde 2013. Nossa formação variou, mas sempre conseguimos um bom desempenho. A conquista da final olímpica no Rio foi uma forma de coroar esse trabalho. Nosso objetivo é mais uma vez chegar à final, como ocorreu nas duas últimas edições. E, na final, dar trabalho para a nata mundial da prova - Bahamas, EUA, Jamaica. O Brasil é luta, é briga, é batalha."

Alexander Russo:
"Estou me sentindo muito honrado por integrar a equipe. Na Olimpíada, tivemos outra formação, mas estamos com um time muito bom. No revezamento, temos a característica de superar expectativas e correr bem. Estamos esperançosos de, primeiro, classificar o revezamento para a final e, depois, tudo pode acontecer. Eu espero, de verdade, conseguir uma medalha, mas vamos de parte em parte."

Jéssica Roberti da Silva:
"É o meu primeiro Mundial de Revezamentos e conseguir essa vaga era um dos meus objetivos do ano. Treinei forte para alcançar esse nível e recebi com muita felicidade essa convocação. Só tenho a agradecer ao meu treinador, Marcelo Lima, que sempre acreditou comigo que seria possível. No ano passado, tive problemas de lesão e foi algo bem traumatizante. Mas já bati meu recorde pessoal esse ano e a ideia é melhorar ainda mais."

Natallia Oliveira da Silva: 
"Fui ao Mundial em 2015, mas acabei ficando na reserva. Mesmo assim foi de grande importância ir para Bahamas e presenciar uma competição tão grande. Fiquei emocionada vendo a energia do torneio e as meninas correndo, classificando para a final. Agora espero poder correr o revezamento com a mesma energia, a mesma garra e a mesma vontade das meninas que correram em 2015 e ajudar nosso revezamento a ir para a final."

O Clube de Atletismo BM&FBOVESPA agora é B3 Atletismo. A mudança de nome da equipe é consequência do nascimento da B3 S.A., resultado da combinação de atividades entre BM&FBOVESPA e Cetip, efetivada em 30 de março de 2017.

A B3 Atletismo, comprometida com o desenvolvimento do Brasil pelo esporte, tem parceria com CAIXA, Prefeitura de São Caetano e Nike.



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