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Em temporada de mudanças, Vitória Rosa estreia no Mundial nas eliminatórias dos 200 metros


Também nesta terça-feira (8/8/2017), outro jovem talento da B3 Atletismo, Thiago do Rosário André, disputa a final dos 800 metros em Londres, encerrando um jejum de 14 anos do Brasil na prova


Osvaldo F./B3 Atletismo


São Caetano do Sul - A velocista Vitória Rosa nunca escondeu que tinha poucas expectativas para 2017. Afinal, a jovem de 21 anos, contratada este ano pela B3 Atletismo, trocou de cidade, de técnico e esperava por uma temporada de adaptação. Mas o saldo, até agora, não poderia ter sido melhor: Vitória melhorou seus recordes pessoais, classificou-se ao Mundial de Londres e estreia, nesta terça-feira (8/8/2017), a partir das 15h30 (de Brasília), na disputa das eliminatórias dos 200 m.


Apesar da pouca idade, esse é o segundo Mundial adulto de Vitória, que também esteve em Pequim/2015. Em Londres, repete o programa de provas de dois anos atrás, já que, além da prova individual, também correrá o revezamento 4x100 m. A velocista também conquistou o índice para os 100 m, mas ela e seu técnico, Katsuhico Nakaya, decidiram não entrar na prova. 


Vitória começou o ano com a marca de 11s52 nos 100 m e 23s11 nos 200 m, ambas conquistadas em 2015. Mas, para sua surpresa, o trabalho no novo clube, com o novo técnico, começou a dar certo rapidamente. Nos 100 m, igualou seu recorde pessoal em abril, melhorou a marca para 11s38 em maio, e, no Troféu Brasil, fez 11s29 na semifinal e 11s24 na decisão, quando ficou com a prata e fez índice para o Mundial.


Mas a velocista sempre disse que gosta mesmo é dos 200 m. Depois de evoluir nos 100 m, bateu o recorde pessoal também nos 200 m no Grande Prêmio Brasil, quando correu 23s09. E no Troféu Brasil, venceu a distância com 22s93.


"O ano está sendo sensacional. Eu não imaginava que poderia correr essas marcas porque pensei que seria um ano de adaptação. Mas o Nakaya é um dos melhores técnicos do Brasil e está mostrando que eu posso muito mais do que eu mesma esperava. Ele me ajuda a acreditar mais, a ficar mais confiante."


O técnico Katsuhico Nakaya frisou que Vitória está sendo preparada para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. "Ela é uma menina com potencial, uma atleta para 2020. Nós fizemos alguns ajustes nas deficiências que ela tinha e já houve essa evolução, mas ainda tem muito para melhorar." 


Thiago do Rosário André disputa a final dos 800 metros

Em seu primeiro Mundial adulto, outro jovem talento da B3 Atletismo, Thiago do Rosário André disputa a final dos 800 metros às 17h35. O fluminense de 22 anos entra na decisão com a 6ª melhor marca (1min45s83). Seu recorde pessoal, estabelecido este ano no Troféu Brasil, é de 1min44s81.


A classificação de Thiago para a final encerra um jejum de 14 anos do Brasil na prova. Desde o Mundial de Paris/2003, quando Osmar Barbosa dos Santos foi finalista e terminou na 8ª posição, o país não conseguia disputar uma decisão na prova de meio-fundo. São três medalhas brasileiras em Mundiais: Joaquim Cruz ganhou o bronze em Helsinque/1983 (na mesma edição, Agberto Guimarães foi o 6º colocado) e Zequinha Barbosa ganhou o bronze em Roma/1987 e a prata em Tóquio/1991.


Na semifinal dos 400 metros com barreiras, Márcio Teles acidentou-se, caindo na pista depois de bater na terceira barreira. "Essa é uma prova longa e técnica. Eu bati na barreira e fui ao chão, mas estou bem. Agora é levantar a cabeça, porque daqui a dois anos tem outro Mundial".


A B3 Atletismo, comprometida com o desenvolvimento do Brasil pelo esporte, tem parceria com CAIXA, Prefeitura de São Caetano e Nike.



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