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Thiago do Rosário André vence a milha na etapa de Eugene da Diamond League


Corredor da B3 Atletismo conquistou a International Mile no Prefontaine Classic, no sábado (27/5/2017), em sua estreia na tradicional distância das provas de meio-fundo


Arquivo pessoal


São Caetano do Sul - Em sua estreia na mais tradicional distância do meio-fundo, Thiago do Rosário André, da B3 Atletismo, conquistou a vitória na milha no Prefontaine Classic, etapa da Diamond League disputada em Eugene (EUA), no sábado (27/5/2017). O jovem meio-fundista superou os 1.609 m da International Mile - uma das duas provas de milha disputadas em Eugene -, em 3min51s99, ficando perto do recorde sul-americano da prova (3min51s05), que pertence a Hudson de Souza, desde 2005.

"Eu estou muito feliz, não sei nem explicar", disse Thiago. "Eu e o meu técnico, Ricardo D''''Angelo, combinamos que eu iria correr como o quarto homem, atrás de outro atleta e dos dois coelhos, só esperando. Quando vi que ninguém foi para frente, eu vi que era o meu dia, estava muito confiante. Entrei na última volta e lembrei que o Ricardo falou para eu correr os últimos 350 m bem forte. Só fechei os olhos, até esqueci que estava ventando forte na reta. Quando olhei no telão, nos últimos 200 m, e vi que não tinha mais ninguém, nem acreditei. Quando cheguei, o estádio todo vibrou! Nunca imaginei que iria fazer a volta olímpica, com todo mundo aplaudindo, gritando, chamando o meu nome. Dei um monte de autógrafos... É uma sensação que não tem explicação." 

O brasileiro formou o pódio da prova com o britânico Chris O'Hare (3min53s54) e o norueguês Henrik Ingebrigtsen (3min53s79). O queniano Ronald Kwemoi venceu a Mile Bowerman Run, prova da milha válida para pontuação na Diamond League, com 3min49s04.

"Thiago cumpriu exatamente com o planejado para a prova, correu de forma relaxada, rápida, atrás dos coelhos até os 1.200 m e virou forte a última volta, o suficiente para lhe assegurar a vitória. Embora iniciante na distância, mostrou domínio e fez a quinta melhor marca do mundo em 2017 e muito próxima do recorde sul-americano. Ficamos muito satisfeitos pois ele conseguiu transferir o que tem feito nos treinos para a competição", afirmou o técnico de Thiago, Ricardo D''''Angelo. 

A prova da milha não é olímpica, mas tem suas origens no século 19. Naquele momento, de popularização das corridas, tornou-se a distância mais importante a ser disputada. Sua relevância é tão grande que, mesmo com a adoção do sistema métrico para a distância oficial das provas do atletismo, no século 20, é a única prova do sistema imperial de medidas que tem seu recorde mundial reconhecido pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF). O recordista mundial, desde 1999, é o marroquino Hicham El Guerrouj, com 3min43s13.

Embora Thiago tenha feito sua estreia na milha, não foi a primeira vez que o meio-fundista correu na lendária pista da Universidade do Oregon, um dos templos do atletismo mundial. Foi em Hayward Field que Thiago despontou no cenário internacional quando, em 2014, disputou o Mundial Juvenil de Eugene. Com 18 anos, Thiago conquistou dois quartos lugares, nos 800 m e nos 1.500 m, conquistando a torcida por encarar de igual para igual os fortes oponentes africanos.

Thiago, fluminense de 21 anos, já tem índice para o Mundial de Londres nos 800 m. Antes de ir para Eugene, passou quase um mês em Paipa, na Colômbia, para treinos em altitude. Dos EUA, o corredor viaja neste domingo para a Europa - em 2 de junho, disputa novamente os 800 m no Nijmegen Global Athletics, na Holanda. Depois, retorna para competir o Troféu Brasil de Atletismo, na Arena Caixa, em São Bernardo do Campo, entre os dias 9 e 11 de junho.

Na Eslovênia, Montanha repete índice para o Mundial no martelo

Wagner Domingos superou mais uma vez o índice para o Mundial de Londres no lançamento do martelo. Três dias depois de conquistar a segunda melhor marca da carreira (77,21 m), Montanha venceu um meeting em Slovenska Bistrica, na Eslovênia, com o resultado de 76,13 m. O recordista sul-americano e finalista olímpico do martelo retorna ao Brasil no dia 1º de junho.

Em Götzis (Áustria), Luiz Alberto de Araújo não terminou o primeiro de provas do decatlo no Hypo Meeting. O atleta sentiu dores no quadril no fim da primeira prova, os 100 m, e optou por se resguardar para a disputa do Troféu Brasil.

O Clube de Atletismo BM&FBOVESPA agora é B3 Atletismo. A mudança de nome da equipe é consequência do nascimento da B3 S.A., resultado da combinação de atividades entre BM&FBOVESPA e Cetip, efetivada em 30 de março de 2017.

A B3 Atletismo, comprometida com o desenvolvimento do Brasil pelo esporte, tem parceria com CAIXA, Prefeitura de São Caetano e Nike.



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