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Vitória Rosa conquista índice nos 100 m para o Mundial de Londres com prata no Troféu Brasil


Velocista de 21 anos, que já tinha a marca mínima nos 200 m, fez seu recorde pessoal na prova mais rápida do atletismo; Mariana Marcelino bateu o recorde brasileiro do martelo pela terceira vez e, no salto com vara feminino, a B3 Atletismo conquistou dois ouros


Osvaldo F./B3 Atletismo


São Bernardo do Campo - Vitória Rosa, da B3 Atletismo, conquistou nesta sexta-feira (9/6/2017) seu segundo índice para o Mundial de Londres. A velocista de 21 anos foi medalha de prata nos 100 m do Troféu Brasil, na Arena Caixa, com o tempo de 11s24, seu recorde pessoal e quinto melhor resultado da história da prova no Brasil. Há uma semana, ela também atingiu a marca mínima para os 200 m fazendo o melhor tempo da vida -23s09 -, no Grande Prêmio Brasil.


"Eu esperava até um tempo melhor, e mesmo assim, saiu o índice", disse Vitória, que já na semifinal correu 11s29 e melhorou seu recorde pessoal, que era 11s38, também de 2017. "O foco agora é o Mundial e eu tenho muito o que melhorar até agosto". A carioca esteve no Mundial de Pequim/2015 nos 200 m e, agora, podendo correr as duas provas, disse não ter uma prioridade. "Mas eu tenho um gosto pessoal, sou mais fã dos 200 m."


Vitória entrou para B3 Atletismo nesta temporada e treina com Katsuhico Nakaya. "O ano está sendo sensacional. Eu não imaginava que poderia correr essas marcas porque pensei que seria um ano de adaptação. Mas o Nakaya é um dos melhores técnicos do Brasil e está mostrando que eu posso muito mais do que eu mesma esperava. Ele me ajuda a acreditar mais, a ficar mais confiante."


Recorde brasileiro e pódio no martelo


Mariana Marcelino foi o outro destaque do dia ao estabelecer o recorde brasileiro para o lançamento do martelo pela terceira vez no ano. Já em sua primeira tentativa, ela conseguiu a marca de 67,02 m - o recorde anterior, 66,64 m, foi conquistado em maio.


"Geralmente, sou mais descontraída na prova nos primeiros lançamentos, mas estava muito focada para buscar esse resultado. O Montanha, primeira pessoa no Brasil a lançar acima de 70 metros, é uma inspiração", diz Mariana, que também busca essa marca. Carla Michel, também da B3, foi segunda colocada, com 59,23 m. "Foi um retorno às pistas. No Troféu do ano passado, fiz dois lançamentos e saí da prova por um problema de saúde. Precisava dar a volta por cima, e hoje fiz minha melhor marca do ano."


Wagner Domingos, o Montanha, também foi medalha de ouro no Troféu Brasil, com 73,82 m - ele já lançou 77,21 m em maio, na Eslovênia, índice para o Mundial de Londres. "Antes, era quase impossível pensar na presença de um lançador de martelo brasileiro em um Mundial. Mas ano passado fui finalista olímpico e vou para Londres. Isso mostra a evolução. A Mariana também tem conseguido resultados muito bons no feminino."


A primeira medalha no Troféu Brasil


No salto com vara feminino, o primeiro após a aposentadoria de Fabiana Murer, a B3 Atletismo conseguiu dois ouros: Patrícia Gabriela dos Santos e Juliana de Menis Campos, com 4,10 m, dividiram o lugar mais alto do pódio - com resultados idênticos dentro da prova, decidiram não enfrentar uma prova de desempate.


Patrícia e Juliana entraram para a B3 neste ano e treinam com Elson Miranda. "Eu não esperava vencer, porque a Karla Rosa e a Joana Costa vêm saltando muito bem. Mas, claro, iria brigar pelo pódio. Meu salto ainda está variando muito, essa é a minha maior dificuldade, porque eu ainda estou em uma transição no trabalho com o Elson. Foi uma vitória muito bem-vinda para a equipe", disse Patrícia, de 32 anos, que já havia vencido o Troféu em 2013.


Juliana, de 20 anos, conquistou sua primeira medalha no Troféu Brasil e com recorde pessoal - ela tinha 4,05 m, marca obtida em 2017. "Ainda vou conseguir melhorar mais. Nesta temporada, dei muito enfoque na entrada do salto, fizemos muitos educativos. Mas sei que ainda tenho muito para melhorar na parte de cima do salto. Se eu melhorar uma coisinha posso saltar mais 20 centímetros."


"O Elson está trabalhando com um grupo jovem de oito saltadores. A Juliana é uma atleta um pouco mais alta do que eu, que ainda pode melhorar a técnica e saltar alto. Tem 20 anos. É uma boa atleta, precisa ficar forte, melhorar a técnica, mas é uma atleta que pode saltar alto", afirmou a campeã mundial do salto com vara, Fabiana Murer, manager institucional da B3 Atletismo desde que deixou as pistas.


O Clube de Atletismo BM&FBOVESPA agora é B3 Atletismo. A mudança de nome da equipe é consequência do nascimento da B3 S.A., resultado da combinação de atividades entre BM&FBOVESPA e Cetip, efetivada em 30 de março de 2017.

A B3 Atletismo, comprometida com o desenvolvimento do Brasil pelo esporte, tem parceria com CAIXA, Prefeitura de São Caetano e Nike.



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